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Porque é que a variação do património não é só cotações mais dinheiro?

Em resumo

Porque liquidações de títulos e unidades novas pareceriam ganhos de cotação. A evolução do património no Panorama separa por isso várias partes.

Em resumo: variação do património = cotações + receitas − despesas + liquidação + acerto de posição + resto.

  • Cotações: avaliação a cotações atuais contra o início do mês (ou contra a compra, se compraste neste mês), incluindo o resultado realizado em vendas.
  • Dinheiro: receitas de valores reais menos despesas. Uma liquidação de títulos na conta à ordem é quase sempre uma transferência e não conta como despesa.
  • Liquidação: um lançamento na conta à ordem neste mês para operações de Movimentos do mês anterior (o habitual é dois dias depois). Compras no mesmo mês ficam de fora.
  • Posição: nomeia uma lacuna quando, face ao último ponto antes do mês, faltam posições que aparecem no mês sem operações correspondentes.
  • Resto: só o que ainda está por esclarecer, com designações como dinheiro (contas que Valores reais não cobre), unidades novas ou outros. Restos pequenos são escondidos.

Este mês / Mês anterior muda entre o mês em curso e o mês anterior já fechado.

Liquidações em aberto por baixo do total são à parte: operações recentes em Movimentos sem liquidação de títulos correspondente na conta à ordem. O total continua a ser o ponto do banco. A linha é um aviso, não um total alterado.

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